A Evangelização Dos Pobres

“Dirigimo-nos de preferência… para os oprimidos e mais desfavorecidos individual e coletivamente” (RVE 12 e 14). 

2.1 Comprometidos com os mais desfavorecidos

Exemplos: desenvolvimento integral das populações; trabalho junto dos refugiados, migrantes e pessoas deslocadas; junto dos prisioneiros e dos jovens delinquentes; junto das vitimas da SIDA/AIDS, dos tóxico-dependentes e marginalizados das grande cidades; junto das minorias culturais… 

2.2 Defesa dos fracos e dos oprimidos, compromisso pela justiça

Exemplos: analisar situações, fazer conhecer às pessoas os seus direitos, tomar partido pelas vítimas; participar nas redes de informação sobre as injustiças; ações para influenciar decisões políticas e econômicas, colaboração com outras congregações em ações de ‘lobbying’, promoção da dignidade das mulheres na sociedade e na Igreja. 

2.3 Promover a paz e a reconciliação

Exemplos: promover a paz, ajudar a resolver conflitos; intervir para reconciliar e curar as feridas da violência. 

2.4 Trabalhar pela integridade da criação e pela condição da qualidade da vida humana

Exemplos: estudos e ações de salvaguarda do que nos rodeia; luta contra o que é nocivo, contra a poluição do ar, da água, do solo e contra a a desflorestação. 

2.5 Educação, domínio importante do compromisso social que é também um lugar de anúncio do Evangelho (parte integrante da nossa tradição: cf. RVE 18).

Exemplos: alfabetização, educação a todos os níveis, com prioridade pelas crianças e jovens mais desfavorecidos; formação técnica, educação informal; educação moral e espiritual; formação de educadores (cf. Maynooth 2.13-2.16). Os Espiritanos têm sido convidados pelos governos e pelos bispos a envolver-se mais e mais na educação, especialmente na África. 

2.6 Ministério ao serviço dos Refugiados, dos Migrantes e dos Deslocados

O trabalho junto dos refugiados assumiu uma importância particular nos últimos anos. Convidamos para ele confrades nos primeiros anos de nomeação e também outros, mais experientes. Reconhecemos como este serviço é importante e pretendemos que vários confrades com ele se comprometam. De imediato, a nossa preocupação vai sobretudo para os projetos do Sudão, Ruanda, Burundi e República Democrática do Congo. O mesmo se diga dos requerentes de asilo político, migrantes e os refugiados que chegam à Europa, vindos de muitas partes do mundo como da América do Norte e do Sul.